segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Flavours alentejanos

Há já vários anos que acompanho o progresso e evolução do produtor alentejano de Arraiolos Monte da Ravasqueira.

Quem só apenas conhece a marca, provavelmente não associa o produtor a uma das famílias mais influentes de Portugal, os Mello!
 

Conhecidos por negócios como a CUF, Brisa, José de Mello Saúde e Imobiliária, EDP e a Efacec, dedicam o seu tempo e paixão ao vinho, onde garantidamente não há tanto retorno financeiro, apenas o orgulho de fazer algo que dá prazer.
 

O Monte, que já está ligado à família há vários anos, só em 2001 é que viu os seus investimentos enológicos a dar frutos, tendo sido este o ano da sua primeira vindima.
Curiosas são as condições climáticas desta região.
 

No Verão, e durante a luz do dia, as temperaturas podem ser abrasadoras e insuperáveis, enquanto ao escurecer, o calor esvanece.
 

O capote alentejano poderá ser um amigo nestas alturas. No Inverno chega a registar por várias vezes e por dias consecutivos temperaturas negativas, imprimindo a este Monte um terroir diferente e uma identidade única.
 

Com o passar dos anos, além dos mais conhecidos Monte da Ravasqueira (Tinto, Branco e Rosé), Fonte da Serrana (Tinto e Branco) e Calântica (Branco e Tinto), lançou em 2007 o Monte da Ravasqueira Vinha das Romãs Tinto 2005, apostando num vinho mais fino, requintado e alargando a sua carteira para os clientes mais exigentes.
 

A crítica aceitou e gostou bastante do que provou, dando-lhe várias medalhas, e não foi com o sucesso que a sua equipa baixou os braços à novidade, desafiando a dupla de enologia que conta com os enólogos Paulo Peças (residente) e o Rui Reguinga (consultor) a criar uma nova gama, e assim nasceram os Flavours!
 

Neste momento há dois no mercado, um rosé de Touriga nacional e um tinto Petit Verdot, e dentro de dias e apenas nas lojas do El Corte Inglès (exclusivos da linha Flavours) irá aparecer uma referência branca, desta feita produzida da casta Viognier.
 

Na minha última visita a este monte, ainda tive a oportunidade de provar algumas castas supresa para os próximos lotes ou mono castas. Entre estas conta-se a Marsanne, a Nerro d'Avola e a Sangiovese, sendo as duas últimas em blend. 

Mas essas ficam para se falar mais para a frente, agora ficam as notas de prova da linha Flavours:

MR Flavours Touriga Nacional 2010


Produzido e vinificado exclusivamente da casta Touriga Nacional.

Este é um vinho diferente do habitual, pois é ligeiramente mais escuro, com uma estrutura mais pesada, sendo mais um parceiro da gastronomia do que um dia de calor, mas serve bem os dois cenários. 

Tem aromas a fruta madura, cerejas no nariz e na boca revela corpo, algum açúcar, enche a boca e termina com alguma persistência. Provavelmente um bom companheiro de saladas ricas e carnes brancas com relativo tempero como a galinha. 

Teor Alcoólico 13%. 
PVP ainda por estabelecer.

MR Flavours Viognier 2010


Vinificado daquela que tem sido a casta que nos últimos tempos tenho visto ser adoptada por vários produtores alentejanos, a viognier, e fermentou na totalidade em barricas novas de carvalho francês, dando um carácter especial ao néctar. 

Com uma cor límpida, num amarelo palha, revela um nariz bastante intenso e deveras complexo com diversos tipos de fruta, desde as de Verão às tropicais, resultando certamente do contacto com a barrica. 

A boca é também ela complexa, bastante volumosa e encorpada e com uma acidez bastante equilibrada, casando bem com a madeira, terminando fresco e persistente. 

Acompanha pratos de peixe com sabores suaves e tostados e com legumes salteados (gordura). 

Teor Alcoólico 13,2%. 
PVP €17

MR Flavours Petit Verdot 2008


Como os outros anteriores, este vinho é vinificado apenas de uma casta e, como o nome indica, é o Petit Verdot. Faz um estágio de 16 meses em barrica de carvalho francês, resultando num vinho fino de cor granada. 

No nariz revela grande complexidade, com notas de frutas vermelhas e pretas como as cerejas. 

Depois na boca revela frescura, uma boa estrutura com taninos suaves e polidos e com boa persistência. Bom para acompanhar grandes assados e estufados, com carnes gordas e pratos com alguma acidez. 

Teor Alcoólico 14%. 
PVP €38

Texto publicado originalmente no Lifestyle do diário OJE a 02 de Novembro de 2011

domingo, 6 de novembro de 2011

Finalmente é sexta-feira


Nos últimos dias tenho andado pelo Oriente, mais precisamente em Macau e Hong Kong, para assistir ao bom trabalho que os nossos produtores de vinho têm feito nesta região do globo.

Macau até se pode imaginar como um mercado fácil para os portugueses, mas a realidade é que não o é, e Hong Kong, sendo uma porta para o Oriente, ainda mais difícil se supõe.

O que é certo é que o sucesso é muito e os compradores de vinhos de todo o mundo provam desconfiados e saem maravilhados!

Já em Portugal, há muito para fazer este fim-de-semana, e para que seja em grande aqui estão algumas sugestões...

Concurso Gastronomia com Vinho do Porto

É já a sétima edição e conta com 100 restaurantes participantes das várias regiões do país. 

A organização é da responsabilidade do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto e da Inter Magazine e pretende divulgar os vinhos daquelas regiões com o melhor que se faz na gastronomia nacional.

Assim, os restaurantes participantes têm de elaborar um menu com entrada, prato principal e sobremesa e "casar" com os vinhos. Entretanto, os menus estão disponíveis ao público durante, pelo menos, o tempo em que decorrem as avaliações do júri, que terminam a 9 de Novembro, havendo alguns que se prolongam por todo o ano.
A entrega de prémios será no dia 26 de Novembro, no Convento do Beato em Lisboa, onde se esperam muitas e fortes emoções. 
Preços das ementas entre os €22 e os €80, já com vinhos incluídos.

Para mais informações www.gastronomiacomvinhodoporto.com

31º Festival Nacional de Gastronomia (Santarém)

Começou há já alguns dias e termina no próximo domingo, 6 de Novembro, na Casa do Campino, em Santarém.

É o maior festival gastronómico de Portugal e reúne à mesma mesa várias iguarias de todo o país, sendo uma viagem aos sabores e aromas de Norte a Sul, ilhas e ainda com um cheirinho da Galiza.

Além dos vários restaurantes e casas de petiscos que estão residentes, hoje a região é a da Serra da Estrela.

Amanhã, sábado, chegam à mesa as iguarias do Algarve e no domingo é a cozinha duriense que vai brilhar.

Campo Infante da Câmara, Casa do Campino, Santarém. www.festivalnacionaldegastronomia.com. Entrada €2,50.

Cozinha com Ciência e Arte
 
Para quem considera que a Gastronomia Molecular é um bicho de sete cabeças, tem agora uma oportunidade única de aprender várias técnicas de vanguarda de uma forma (quase) fácil e divertida.

Esta edição, publicada pela Bertrand, da autora Joana Moura, além de explicar algumas das técnicas, mostra passo a passo a forma de executar várias receitas "moleculares", e com o livro vem um kit com vários utensílios indispensáveis para a correcta execução das várias receitas.

Agora já pode surpreender os seus convidados fazendo algo como uma cereja de foie, uns caviares de azeite ou um esparguete de fruta.

168 páginas
PVP €24,95

Texto publicado originalmente no Lifestyle do diário OJE a 04 de Novembro de 2011

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Douro Boys mostram-se em Lisboa

O mercado dos vinhos em Portugal pode ser bastante assustador para os produtores, pois além de criarem um bom vinho, precisam de criar marca, notoriedade, meios de distribuição e de controlo de qualidade, tendo sempre a preocupação de apresentarem um vinho excelente.


Foi assim que cinco produtores do Douro decidiram unir-se com uma missão: pôr o Douro no mapa mundi. Foram eles a Quinta do Vallado, Quinta do Crasto, Quinta do Vale D. Maria, Quinta do Vale Meão e a casa de vinhos do Porto, Niepoort.


Pode parecer estranha esta conversa, mas a realidade é que o Douro é mais conhecido pelos vinhos do Porto, e os "Douro Boys" pretendem estender a notoriedade aos vinhos não licorosos desta região.


O projecto já conta com oito anos de vida, e com muitos sucessos, pois além de conseguirem sem grande dificuldade meter o Douro no mapa, criaram uma fama invejável por muitas e importantes regiões vitivinícolas do mundo. Certo que o trabalho não foi só deles, mas são também uns dos grandes responsáveis por este feito. 


Uma das datas mais esperadas pelos críticos, restauradores, garrafeiras e concorrência, é o jantar dos "Douro Boys", que anualmente se reúnem para apresentar as suas novidades. Este ano foi no Pestana Palace em Lisboa e estas são algumas das novidades que gostaria de destacar.
 

Crasto Superior 2009
 
Produzido de uvas de vinhas velhas e de várias castas como Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Souzão, entre outras, provenientes do Douro Superior da Quinta da Cabreira, resultando num vinho fino e fresco. 


Estagia durante 12 meses em barricas de carvalho francês, originando um nariz aromático e expressivo de frutas silvestres e especiarias. 

Na boca é fresco, muito volumoso e com taninos maduros e elegantes, terminando agradável e com boa persistência.
 






  

Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2009
 

Mais uma vez é difícil descrever todas as castas utilizadas para vinificar este vinho, mas a idade destas é certamente superior a 70 anos. 

O resultado é fascinante. Estagiou em barricas de carvalho francês (85%) e carvalho americano (15%), durante 16 meses. 

O resultado é um nariz forte em notas de frutos silvestres, especiaria e esteva, colmatando numa boca fresca, com taninos extremamente elegantes, e um final complexo e uma persistência acentuada.
 









Meandro 2009
 

Confesso que este é um vinho que sempre me encantou desde a minha primeira prova deste néctar. Os anos passam e o feitiço permanece. 

Produzido das castas 35% Touriga Nacional, 30% de Touriga Franca, 25% de Tinta Roriz, 5% de Tinta Barroca e 5% de Sousão, estagia em barricas de primeiro e segundo ano. 

A madeira integra-se perfeitamente no néctar, que apresenta um nariz encorpado de frutas vermelhas maduras, depois na boca tem bom volume e estrutura, sendo um excelente companheiro para pratos de caça estufados.
 







 
Robustus 2007
 

Salto de um grande néctar para um outro poderosíssimo, mais um grande trabalho da casa Niepoort! 

A inspiração do Robustus 2007 veio dos grandes vinhos velhos em que a ideia é prolongar o estágio em madeira para suavizar os taninos, criar grande estrutura, e fazer um vinho encorpado. 

Assim ficou em estágio em tonéis durante 4 anos, criando um néctar singular, onde a fruta preta e vermelha casam com notas de café e algum tabaco. 

A boca é apaixonante e vibrante, terminando longo e persistente. Para guardar ou beber já, eu optei pela segunda!
 

  


Quinta do Vale Meão 2009
 

Um verdadeiro colosso produzido das castas 57% Touriga Nacional, 35% Touriga Franca, 5% Tinta Barroca e 5 % Tinta Roriz, estagiando em barricas (80% novas e 20% de 2º ano) de 225 litros de carvalho francês (Allier) e engarrafado no passado mês de Agosto. 

Ainda está novo e um pouco duro para se beber, por isso o potencial de guarda é altíssimo, onde certamente daqui a dois anos mostrará a sua exuberância de frutas silvestres e grande frescura típica deste grande néctar.
 









Quinta do Vallado Adelaide Douro 2009
 

É um vinho que dispensa apresentações, pois a sua exuberância e qualidade reservam-lhe o apelido de "uma pomada". 

As vinhas têm mais de 90 anos e as castas seleccionadas são várias, e entre elas está a Tinta Roriz, Tinta Amarela e a Touriga Franca. 

O resultado é um vinho muito concentrado, com notas de madeira, tabaco, e ameixas, já na boca é bastante encorpado e maduro, com taninos muito amaciados. 

Já o final é bastante complexo, persistente e fino.
 




 
VZ 2010 Douro Branco
 

Confesso que a primeira vez que o provei não fiquei convencido, mas numa segunda tentativa, com mais alguns dias de garrafa, mostrou um potencial diferente. 

Produzido das castas Viosinho, Rabigato, Codega e Gouveio, misturadas ainda durante a vindima, de vinhas com idades entre os 20 e os 50. Estagiou em barricas de carvalho francês durante 9 meses, resultando num branco encorpado, com boa estrutura. 

Penso que é um vinho que vai envelhecer bem em garrafa, mas que já está bom para se beber.






Texto publicado originalmente no Lifestyle do diário OJE a 12 de Outubro de 2011

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A Ferrugem que Encanta

Fachada do Restaurante Ferrugem
Depois de duas tentativas falhadas, a primeira pela minha fraca capacidade de me desenrascar sem GPS e a segunda por um infortúnio pessoal, finalmente, e quando menos esperava, fui visitar aquele de que já tantas elogios mereciam dos seus visitantes. E apesar de já conhecer a comida (em feiras e congressos), os proprietários e cozinheiros, nunca os tinha visto a trabalhar no seu habitat natural.

Eram sensivelmente dez horas da noite quando olhei pela primeira vez para o edifício (antigo estábulo do inicio do sec XVIII), suspense quebrado, expectativas consolidadas, pois era exactamente o que eu imaginava, uma fantástica e bem executada recuperação de um edifício em ruínas, traduzindo-se num palco único e perfeito para a arte da gastronomia.

Ultrapassadas as portas de vidro, regozijo os meus olhos com o espaço: um pé-direito altíssimo, paredes de pedra, apenas escondidas por alguns quadros, uma garrafeira repleta de néctares (lusos), uma lareira que nos dias frios deve ser o alvo das reservas, e um tecto em madeira cativante.

Dei inicio ao meu trabalho de investigação gastronómica, as opções dividiam-se em três momentos: o primeiro mais inspirado nas entradas, o segundo nos principais e o terceiro nos que adoçam a boca. 

Assim, pode-se escolher o menu de Outono (€28), optando por um prato por momento, degustação em 4 momentos (€32) e em 6 momentos (€40), com o complemento de vinhos sendo €15 e €20 respectivamente.

Dispensei o pastel de nata de bacalhau que tanta fama dá à casa, pois apesar de gostar e achar incrível, é tempo de ver o que mais se confenciona na cozinha da Dalila e do Renato.

O primeiro a chegar foi o cumprimento do chefe, composto por um caldo verde e a broa de milho tostada com azeite. Bom, mas era apenas para abrir o palato, mantenho a ânsia por algo mais interessante. 

Chega então o Crocante de alheira de caça, puré de maçã reineta e compota agridoce de tomate-cereja, um best-seller segundo a casa. 

Compreendo, pois tem tudo o que é necessário para agradar, a crocancia da massa, os sabores fortes do enchido, o ácido da maçã e o adocicado da compota. Gostei!

Caso sério foram as Lascas de bacalhau com azeite transmontano e coral de azeitona, legumes salteados e crocante de pão com chouriço, que além de aromas fortes e atractivos, tinha uma apresentaçao que apelava ao uso do garfo. O nível aumentou e a vontade de continuar também.

Chega agora à mesa a Cabidela de polvo, basicamente é o polvo acompanhado por um arroz feito na tinta de choco, dando ares visuais a cabidela. Neste, o octópode estava tenro e saboroso e a mistura invulgar do arroz pintado dava um gosto único.

Ainda houve tempo para um lombo de veado, terra de cogumelos, puré de frutos, flores e frutos silvestres, apelidado internamente de Floresta de Outono. Gostei, carne no ponto correcto, texturas diferentes que elevavam o nível sensorial e uma mistura de sabores a terra, e agridoces diferentes e bem conjugados.

Terminei com dois doces, a Pêra rocha do oeste em geleia de porto vintage sobre tarte de queijo fresco e o Tributo ao “abade de priscos” numa mousse de Outono, ambos na toada dos anteriores, boa execução técnica, alma e inovação.

Os vinhos foram todos a copo e estavam todos disponíveis na carta: comecei no Afros Vinhão, passei pelo Soalheiro Alvarinho e Cottas Reserva e terminei com o Porto Andresen Branco 20 anos e o DSF Colecção Privada Moscatel Roxo 2001 para os doces.

Referencie-se que a carta é bem elaborada, bem dotada e a preços adequados, longe da exploração que vemos por este país fora.

Fiquei apaixonado pela cozinha da Dalila e do Renato, que conseguiram em 2006 realizar o sonho de abrir o “Ferrugem”, e que certamente vão ser os responsáveis de muitos e agradáveis sonhos gastronómicos de quem visita a sua casa.

Aqui transpira carinho, paixão e o saber, e sai-se com o estômago cheio, a alma contente e a pensar já na próxima visita.

Detalhes
Restaurante Ferrugem
Rua das Pedrinhas, 32
4770-379 Portela - Vila Nova de Famalicão
N 41º27’41,8’’, W 8º26’53,6’’
+351 252 911 700
www.ferrugem.pt
Horário: Encerra aos domingos ao jantar e segundas o dia todo. Aberto das 12h00 às 14h30 e das 20h00 às 22h30
Preço médio: €35
Tipo de Cozinha: Criativa portuguesa contemporânea
Cartões: Todos

Lascas de Bacalhau com azeite transmontano
Pêra Rocha do Oeste em geleia de porto vintage
Texto publicado originalmente no Lifestyle do diário OJE a 12 de Outubro de 2011

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Koschina e Vila Joya já têm programa para 2012!

Depois de alguns minutos onde as câmaras cor-de-rosa não paravam, tentando apanhar o melhor ângulo do Michael Imperioli (Sopranos) e da Diane Neal (NCIS), actores bastante famosos na outra costa do atlântico e de uma popularidade um pouco mais modesta em Portugal, deu-se inicio à ordem de trabalhos - a conferencia de imprensa do Festival Gourmet Internacional (Tribute do Claudia).

Gebhard Schachermayer (Embaixador do Evento) e
José Avillez (chefe de cozinha)
As novidades são muitas e não ficam apenas pelos jantares no luxuoso restaurante gourmet do Vila Joya. Pois é, este ano parece que vai haver passagens por Beja (Herdade da Malhadinha) e Lisboa (ainda por definir).


Outra, como já devem ter reparado, é a vontade de internacionalizar e mediatizar este evento de forma mais global, mudando o nome de Tribute to Claudia para International Gourmet Festival, e claro, convidando várias estrelas das séries americanas e alguns actores de Hollywood, pois a mim cativaram-me assim que anunciaram o nome da Eva Longoria!


Já por Albufeira a história é outra - começando no dia 13 de Janeiro e prolongando-se até dia 23, este ano abre novamente com as “estrelas” Michelin de Portugal, sendo o cartaz embelezado com vários três estrelas Michelin como o francês Alain Passard do L’Arpege em Paris, ou o Laurent Gras do L20 em Nova Iorque, ou ainda Joachim Wissler do Vendome em Colónia, entre outros!


O elenco é extenso e há certamente muito por onde escolher. Este ano é composto pelos chefes: April Bloomfiled, Albano Lourenço, Vincente Fargé, Hans Neuner, Jose Avillez, Benoit Sinthon, Henrique Leis, Vitor Matos, Hans Välimäki, Koschina & Friends, Norbert Niederkofler, Mario Lohninger, Jonnie Boer, Jacob Jan Boerma, Peter Knogl, Joachim Wissler, Magnus Nilsson, Alain Passard, Normand Laprise, Shaun Hegartt, Laurant Gras e Massimo Bottura.

Michael Imperioli (Sopranos) e Diane Neal (Lei e Ordem/NCIS)
e Christopher Raphael (RP Internacional de celebridades)
Os preços por pessoa e por jantar variam entre os €350 a €400, e os pacotes, para quem quiser ficar lá para todos os jantares e dormir sobre o mesmo tecto, prepare-se para investir €8.900 por pessoa e poderá ter acesso a tudo, incluindo a cozinha, privar com os chefes e jantar na “mesa dos chefes”. 

Um privilégio só alcance de algumas e recheadas bolsas.

Para mais informações por favor consultar o site : 
www.internationalgourmetfestival.com