quarta-feira, 21 de abril de 2010

Festival do Chocolate e fim-de-semana doce no Tivoli Marina em Vilamoura

Começa no dia 30 deste mês e dura até ao dia dois de Maio, o Festival de Chocolate no Centro de Congressos de Vilamoura. São inúmeras actividades, entre as 15h e as 21h, para os fãs desta iguaria.

O Tivoli Marina Vilamoura preparou um pacote especial de alojamento e um jantar temático numa campanha que inclui 2 noites em quarto duplo com pequeno-almoço, entrada no Festival de Chocolate, 20% desconto no Angsana Spa, (crianças grátis até aos 12 anos) e late check-out até às 15h00, a partir de 270€ (Válido entre 30 de Abril e 2 de Maio).

Este festival promete proporcionar ao público de todas as idades verdadeiras experiências à volta do chocolate: esculturas e pintura, várias demonstrações com artesãos, chocolateiros e chefs, workshops para profissionais e iniciados e ainda um espaço infantil com actividades para crianças.

Para além da campanha especial de alojamento, o Tivoli Marina Vilamoura preparou também um jantar dedicado ao chocolate, no dia 30 de Abril, no restaurante Menta. Uma ementa de fazer crescer água na boca com a assinatura dos Chefs do Tivoli Marina Vilamoura - António Bastos e Ricardo Ferreira – e do Tivoli Victoria - Joaquim Sousa e Bruno Rocha.

Ementa do Jantar “Doce Chocolate”
Macarons de cacau 100% com foie gras, flor de sal e redução de vinho do Porto
Camarão com xocopili, vieira em “mycro” e lascas de “guanaja” em salada
Sorbet de kalamansi
Supremo de pintada lacada com molho de pimentas e “abinao”
Mousse “jivara” e crocante de “grué” sobre um financier de “xocomeli”
Mignardises e chocolates

Preço por pessoa: 40€

RESERVAS:
reservations.htm@tivolihotels.com
Tel: 289 303 303

terça-feira, 20 de abril de 2010

O meu menu : Pelos Caminhos de Portugal

OJE - Lifestyle - 2010.04.20

Agora que o evento Peixe em Lisboa terminou, as pessoas têm de procurar um novo local para as suas refeições de negócios, lazer e, principalmente, prazer.

E como o tempo para pesquisar é pouco, mas a vontade de comer bem é muita, eu simplifico o vosso trabalho com esta bombástica sugestão: Aveludado de porcini com texturas de maçã verde, creme de cogumelos porcini aromatizado com trufa preta, servido em dois tempos sobre composição de maçã verde (€8); lombo de bacalhau em pão de azeitona elaborado no nosso forno a lenha (€17); vitela de comer à colher sobre farrapo-velho de alheira, confitada na marinada e servida sobre uma cama de batata, grelos, alho e alheira, tudo salteado com azeite (€16); fondant de abóbora com mousse de requeijão e amêndoas tostadas (€7).

Aqui estou eu no quarto piso, onde a saída do elevador oferece entrada directa ao "Mesa".

Abriu há pouco tempo, mas a criatividade e a técnica do chefe cozinheiro do ano de 2004 está presente e patente em todas as iguarias apresentadas.

Falo, claro, de Luís Américo, que finalmente tem um espaço que pode chamar de seu. Decoração agradável, mesas confortáveis, com vários pormenores deliciosos.

A varanda, que espera o fim das obras e o início do bom tempo, irá ser, certamente, uma das mais procuradas no Verão, onde boa comida e boa vista combinam sempre na perfeição.

Ao almoço tem ainda uma ementa mais reduzida, onde os pratos são menos complexos, mais baratos, com a mesma qualidade, ideal para quem quer uma refeição gastronomicamente rápida.
E como eu gostaria que você visitasse este talentoso chefe. Como forma de incentivo, se levar a sua cópia do OJE ou o recorte do artigo recebe um desconto de 10% no valor da factura final.

Saindo lentamente desta bela cidade, rumo em direcção ao alto Alentejo, onde a gastronomia regional é sempre razão para uma viagem e, para minha felicidade, dá para comer este conjunto de iguarias: Salada de perdiz em escabeche (€15,5); migas gatas com bacalhau e coentros (€12,5); migas à alentejana com carne do alguidar (€15); ensopado de borrego com saladinha de cheiros (€16,5); cozido de grãos no tarro -2PAX (€22,5); sortido de doces conventuais (7,5).

Sentado na mesa da Bolota na Terrugem, você pode comer isto e muito mais.

Não vá é sozinho, leve alguém e o estômago vazio, pois aqui o petisco e petiscar são regra da casa, e quem petisca sozinho não conta com a companhia para partilhar experiências e sensações.

É uma ementa que faz uma viagem aos sabores alentejanos, e dá opção de pratos internacionais, um pouco de tudo, para quem tudo quer.

Mas antes de fazer a sua visita não se esqueça de meter a sua cópia do OJE ou recorte deste artigo debaixo do braço e, no fim da longa e apetitosa refeição, apresentar tão nobre papel, e receba a simpática oferta de um desconto de 15% no valor final até ao dia 31 de Maio de 2010.

Para comentar este artigo ou sugerir temas contacte o autor por gourmet@live.com.pt.
VOUCHER
10% no valor da factura válido até 31.05.2010
Restaurante a Mesa
Rua Dom Domingos Pinho Brandão, 75 - 4º, 4150-280 Porto
W 8° 40' 29.9" N 41° 9' 48.8"
Tel. (+351) 226 169 255
www.amesa.pt • Email: info@amesa.pt

15% no valor da factura válido até 31.05.2010
Restaurante A Bolota
Quinta das Janelas Verdes - 7350-491 Terrugem
W 7º 20' 53,3'' N 38º 50' 49,9''
Tel. (+351) 268 657 401 | 268 656 118
Email: bolota.castanha@mail.telepac.pt

Texto publicado originalmente no Lifestyle do diário OJE a 20 de Abril de 2010

Onde param as Estrelas

OJE - Lifestyle - 2010.04.19

A importância dos guias e roteiros, sejam eles de gastronomia, hotéis e viagens, é cada vez maior, certo que os há para todos os gostos, feitios e carteiras, uns mais populares que outros.

Mas há algo que caracteriza verdadeiramente um guia: ser uma máquina de sonhos. Há um que todos os anos provoca calafrios aos chefes, surpresas aos leitores, mas principalmente cria o sonho.

Estou a falar do guia Michelin e das suas estrelas.

Certo que, quando os chefes não as têm, diz-se frequentemente que não é importante, mas depois de ganharem uma, a opinião muda.

Pois, além de ser uma forma de reconhecimento internacional, é um importante factor económico.

Quando ninguém conhece a cidade e os seus restaurantes, este é o mais popular entre os bons garfos e, em Portugal, já há vários por onde escolher.

Começando de norte para sul, vamos encontrar o restaurante Largo do Paço na Casa da Calçada em Amarante, um lugar fantástico onde, escondido entre jardins e fontes, vamos encontrar uma casa e um restaurante que, apesar de recentemente ter perdido o seu chefe, continua a servir uma ementa de luxo e de uma qualidade superior.

Curioso o facto de esta casa ter alcançado recentemente a estrela que tinha perdido após a partida do chefe Cordeiro.

Descendo um pouco mais e chegando a Coimbra, entrando na Quinta das Lágrimas, somos logo cativados por um espaço que guarda a história de Pedro e Inês. Aqui, apesar de também já ter feito história, ainda tem muitas linhas para acrescentar no que diz respeito ao capítulo da gastronomia. Falo do modesto e talentoso chefe Albano Lourenço que, no restaurante Arcadas, continua a criar a sua cozinha de mercado de autor.

Agora, para descobrir a próxima estrela, temos de descer a A1 em direcção à capital onde vamos encontrar uma das mais recentes entradas no grupo dos galardoados que, curiosamente, é o restaurante mais antigo de Portugal e um dos mais antigos do mundo. A chefiar a cozinha está uma das nossas grandes promessas gastronómicas lusas. Jovem e cheio de garra, o Chefe José Avillez já tem fama internacional.

No Tavares, Avillez faz uma cozinha única onde mistura os seus conhecimentos técnicos, adquiridos pricipalmente pelo grande mestre Ferran Adrià, fundindo com os produtos e sabores lusos.

Ainda em Lisboa podemos encontrar, no topo do Parque Eduardo VII, o esplendoroso Eleven, oferecendo aos seus visitantes uma panorâmica de Lisboa e do Tejo verdadeiramente única e deslumbrante.

No comando da gastronomia praticada nesta casa está o austríaco Joachim Koerper que, depois de passar por várias casas de renome internacional, uma das quais chegou mesmo a obter duas estrelas em Valência, assenta arraiais em Portugal, e ainda bem para os amantes da boa cozinha internacional e mediterrânica de autor.

De volta à estrada, e agora em direcção àquela que é a região que concentra mais estrelas no nosso país, chegamos ao Algarve e às seis estrelas distribuídas por cinco restaurantes.

Começando por aquele que reúne mais dos famosos "macarrons", situado na Guia - Albufeira está um dos mais fantásticos hotéis e restaurantes de Portugal: o Vila Joya. Debruçado sobre o mar, a varanda do restaurante só tem um fiel competidor na sua estrondosa vista quando vê chegar as magníficas e criativas produções culinárias do Chef Dieter Koschina.

Mesmo perto, já em Alporchinhos - Porches, podemos encontrar novamente uma das mais recentes estrelas, o restaurante The Ocean, também este virado para o mar, com uma vista fantástica e uma decoração de muito bom gosto. Aqui a cozinha volta a ser comandada por um jovem, mas cheio de talento e noção de espectáculo, o chefe Hans Neuner. Os seus menus de degustação são, mais do que uma viagem aos sabores, uma viagem às várias regiões de Portugal, de onde vêm os únicos produtos com que este chefe trabalha.

Já chegando a Vilamoura, um pouco mais escondido, perto do golfe do pinhal, está um homem que não só ostenta uma estrela, como foi o primeiro chefe a ser estrelado no Algarve, o alemão Willie Wurger.

Decorado de forma discreta e com uma esplanada rodeada de pinheiros, este local dá-lhe sempre a garantia de uma excelente refeição. Uma cozinha tradicional, mas muito consistente.

Já em Almansil, as estrelas são três.

Do Maranhão, veio para Portugal abrir uma casa com o seu nome, Henrique Leis, e não foi preciso muito tempo para os inspectores da Michelin atribuírem-lhe a estrela.

A sua cozinha criativa e exótica faz as delícias dos visitantes e o charme do local ocupa-se do resto das boas-vindas.

O Amadeus, sob a tutela do chefe Siegfried Danler-Heinemann, ostenta orgulhosamente a sua estrela desde 2006.

Um restaurante dentro de uma pequena "Vila", com uma entrada muito florida e acolhedora, uma sala confortável e uma esplanada que fazem o Verão parecer melhor, e depois vêm as suas criações únicas e ricas na imaginação e paladar.

Mesmo perto ainda vamos encontrar o São Gabriel que, apesar de ter perdido o seu chefe, não perdeu a estrela e, graças ao seu novo chefe Torsten Schulz, manteve o galardão, recriando uma cozinha de valores mais simples, mas de grande complexidade técnica.

Saindo do continente, no Funchal vamos encontrar o francês Benoit Sinthon que, de forma soberba, chefia a cozinha do Il Gallo D'Oro, integrado dentro do belíssimo hotel The Cliff Bay.

Apesar do nome aparentar um estilo de cozinha italiano, aqui os sabores são internacionais, com uma forte componente mediterrânica, espantando em cada criação que é exposta à mesa.

Por enquanto, são onze as estrelas mas, viajando pelo nosso país e vendo o que de bom se tem feito, os senhores do guia vermelho vão ter de comprar um pack de viagens para Portugal, pois este é um destino a degustar!

Texto publicado originalmente no Lifestyle do diário OJE a 19 de Abril de 2010

Tapas, Pintxos y Petiscos

OJE - Lifestyle - 2010.04.19

Um dia o Rei de Espanha Alfonso XIII parou para descansar e beber um cálice de Jerez numa casa de pasto à beira mar.

Ao levantar-se uma brisa de vento, o empregado tapou o cálice real com uma fatia de presunto e explicou ao rei que o fazia para proteger que a areia estragasse o vinho. O rei depois bebeu o vinho, comeu o presunto e repetiu.

Foi nesse dia que nasceu a tapa, apelidada em algumas regiões ibéricas de pintxos, mas por aqui nós chamamos mesmo de petiscos.

Tapas, Pintxos e Petiscos é a mais recente proposta gastronómica dos hotéis do grupo Starwood, que advém do resultado da união de 14 Chefes de 14 hotéis de Portugal e Espanha com um único objectivo: dar a conhecer a cultura da tapa em todo o mundo.

Assim, e durante dois dias, os criativos da culinária partilharam receitas e experiências resultando numa carta requintada, e a preços convidativos, que estará presente na zona de bar de todos os hotéis desta cadeia para todos os clientes.

Foram desenvolvidas 14 tapas, pintxos e petiscos desde: sardinhas de escabeche, canelones de chocolate, melão com presunto, chupa-chupas de atum e gengibre, brownies com laranjas caramelizadas, pudins de morcela e maçã, salmorejo e outras que prometem deliciar os gostos dos mais exigentes e requintados.

Esta é uma excelente forma de cativar as pessoas a frequentarem mais os hotéis e de se desmistificar a imagem de local apenas para pernoitar, mostrando a sua vertente de lazer e social.

Agora, após uma longa reunião, um momento de lazer, ou mesmo para saciar a sua fome, tem locais emblemáticos como o bar do panorama no Sheraton de Lisboa, situado no último andar do edifício com uma vista única sobre a capital portuguesa, a emblemática esplanada do wine bar do Marquês de Riscal, o pátio interior do histórico hotel Alfonso XII em Sevilha.

Esta é uma oportunidade única de descontrair e usufruir dos criativos e deliciosos petiscos de alguns dos mais conceituados chefes de Portugal e Espanha.

Para mais informações, pode consultar o site geral de todo o grupo: www.starwoodhotels.com, ou Porto: www.sheratonporto.com; Lisboa: www.sheratonlisboa.com; Algarve: www.sheratonalgarve.com, www.lemeridienpenina.com

Texto publicado originalmente no Lifestyle do diário OJE a 19 de Abril de 2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Arola - Um restaurante para o dia e noite!

OJE - Lifestyle - 2010.04.14

Desde os meus tempos de infância que vou à Penha Longa, ainda antes de ser campo de golfe, hotel, já lá estava o palácio, a igreja, mosteiro e algumas casas que criavam uma aparência de que havia vida no meio daquele paraíso escondido pelo arvoredo.

Ainda esta semana, e depois de um período de quase uma ano sem fazer uma visita, finalmente conheci o restaurante Arola à luz do dia.

Não perde nada para a decoração e ambiente nocturno, pois as cores metálicas a contrastar com as transparências ficam em segundo plano, a luz da varanda e o verde brilhante provocado pelo campo de golfe e suas árvores são o que cativa a atenção.

O serviço em nada muda, pois a simpatia e a prontidão estão presentes seja qual for a hora do dia, a mudança é apenas na carta: ao almoço baseia-se mais em snacks rápidos e descontraídos, fruto de ser o restaurante de apoio ao Golfe; ao jantar a carta é mais selecta e criativa, mostrando toda a elegância da cozinha do multi-premiado chefe espanhol Sergi Arola.

Depois de bebida uma imperial, obrigatória quando olhamos para o buraco 18, mesmo quando não jogamos, começaram a chegar os couverts. Um pão tostado, uns tomates cherry e uns dentes de alho: o primeiro trabalho é retirado à cozinha e dado ao cliente, é uma boa maneira de interagir.

Barra-se o tomate e o alho no pão, e para quem gosta há um pouco de sal e azeite - muito bom.

A opção recaiu sobre o menu degustação Sergi Arola (39): Entradas frias, outras quentes, um quase prato e sobremesa especial.

Os primeiros a chegar foram umas sardinhas alimadas com salmonejo, que faziam grandes e agradáveis contrastes de acidez entre os cítricos das sardinhas, e o "molho" de tomate novo. As lascas de cachaço de porco bísaro e queijo da ilha, que neste caso foi substituído pelo parmesão e com certeza ganhou com isso, pois os sabores estavam todos em harmonia.

De realçar o crocante do pistacho e a acidez doce da maçã que timidamente se espalhava pelo prato. A salada de caranguejo real e sapateira foram os últimos dos frios, e o que dava menos espectáculo, pois faltava-lhe um pouco de sabor a mar e o picante estava meio tímido.

Dos quentes chegam as famosas e fantásticas Batatas Bravas com molho aioli e uns soberbos raviolis de rabo de boi com um "jus" muito bem conseguido, fazendo uma relação terra-mar muito elegante.

Dos quase pratos, apesar de ser apenas um dado como opção, degustei os dois - teimosia de quem estava contente com o que comia.

O primeiro foi um peixe galo com boletus e rabo de boi: muito bem executado, peixe duro e suave, pele crocante, os boletus a trazerem a harmonia de terra e o rabo de boi a fortalecer os sabores.

Depois veio o lombo de borrego com puré de aipo e ragout de Castanhas, um pouco de azar no ponto mas, depois de trocado, o sangue saía da carne juntando-se a um dos vencedores do dia - carne tenra e saborosa, um puré ligeiro que fazia sobressair um molho de carne bastante bem executado, de notar a ligeira doçura provocada pelas castanhas.

Termino com o momento doce Arola que consiste em "3" pêras bêbadas em forma de bola, do tamanho de um tomate cherry, e um molho onde prevalecia o maracujá - uma combinação fresca, e interessante. Talvez um pouco diferente do que estamos habituados, mas vale a pena arriscar.

A carta de vinhos está bastante completa e com boas opções para cada prato.

Gostei de ver a descida de preços em relação à minha última visita, pois o vinho é para se beber e não para ostentar em preços altos.

O menu da noite traz mais pratos além dos que comi, e uma outra alma, mas o dia favorece o espaço em contacto com a natureza, sendo um local perfeito para um almoço de negócios, de romance, e até de família.

Da noite para o dia, fiquei a conhecer o Arola.

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Detalhes
Restaurante Arola
Penha Longa Hotel, SPA & Golf Resort - Estrada da Lagoa Azul 2714-511 Sintra
W 09º 23' 45'' N 38º 46' 03''
www.penhalonga.com
resort@penhalonga.com
+351 219 249 028
Horário: Aberto de segunda a domingo das 12h00 às 19h, Quarta a domingo 19h30 às 24h.
Preço Médio: Almoço: €25, Degustação €39. Jantar: €55, Degustação €33/€45
Tipo de Cozinha: Autor
Cartões: MB, VISA, MASTERCARD, AMEX, DINNERS
Notas: Estacionamento fácil

Texto publicado originalmente no Lifestyle do diário OJE a 14 de Abril de 2010