terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O meu menu : Pelos Caminhos de Portugal

OJE - Lifestyle - 2010.02.23

Pela manhã, e quando mais custa acordar ou mesmo espevitar, refugiamo-nos em infusões utilizando-as como estimulantes, desde uma grande variedade de chás até ao mais amargo dos cafés. A minha sugestão para esta semana é verdadeiramente estimulante pois, não sendo alcalóide, utiliza o mesmo nome.

Ora veja a sugestão: Crepes de legumes com molho de açafrão (€7), espargos brancos salteados com creme de trufas pretas (€8), pappardelle com cogumelos e espinafres (€14), robalo com falso blini de cebolada e pasta de ervas aromáticas (€18), pernil de borrego lacado, puré de batata e legumes de Inverno (€18,5), bolo de chocolate amanteigado (€6,5).

Cafeína é o nome, e não é café, é um magnífico e entusiasmante restaurante na Foz do Porto.

Recuperação excelente de uma casa do início do séc. XX, e agradavelmente decorado, este espaço, dedicado à boa gastronomia portuguesa e internacional, não fecha as portas para o almoço às horas habituais, pois até às 18 horas pode entrar e pedir a sua refeição.

À noite este espaço cosmopolita larga um pouco a imagem de negócios e transforma-se num local charmoso e bastante romântico, perfeito para um jantar a dois, ou uma saída com amigos.

E porque hoje é terça-feira, o OJE motiva-o a fazer várias visitas. Para começar, pode ir já e utilizar um desconto de 10% válido até dia 31 de Março bastando, para isso, levar a cópia da edição de h(OJE) ou recorte deste artigo.

De Norte a Sul do nosso país, surpreendemo-nos com espaços e locais com uma gastronomia de excepção acompanhado por uma vista deslumbrante, e foi isso mesmo que eu encontrei em Armação de Pêra, mesmo na areia que alberga os barcos dos pescadores.

Delicie-se, pois, com estas iguarias: prato de queijos nacionais (€8), prato de enchidos (€12), amêijoas à bulhão pato (€16), camarão frito com alho (€16), arroz de lingueirão para duas pessoas (38€), arroz doce (€3,5), leite-creme (€3,5), natas do céu (€3,5).

Chama-se Arte Náutica e é um dos nove maravilhosos restaurantes pertencentes ao resort Vila Vita. É uma boa conjugação dos altos valores da gastronomia do Algarve, um bom serviço, uma vista de cortar a respiração e uma excelente relação entre preço e qualidade.

As especialidades são, essencialmente, ligadas ao mar: o peixe fresco do dia e o marisco são as melhores opções, mas alguns enchidos e carnes também merecem a sua atenção. A carta de vinhos é muito boa tendo uma grande selecção de verdes para os dias mais amenos.

Até ao dia 31 de Março não se esqueça de levar a sua cópia do OJE ou recorte deste artigo e usufrua de uma oferta de 10% de desconto sobre a factura final.

Para comentar este artigo ou sugerir temas contacte o autor por gourmet@live.com.pt.


Voucher
10% na factura até dia 31 de Março
Restaurante Cafeína
Rua do Padrão 100 4150-557 Porto
Tel. (+351) 226 108 059 / 226 189 953
Email: geral@cafeina.pt • http://www.cafeina.pt/


10% na factura até dia 31 de Março
Restaurante Arte Náutica
Praia da Armação de Pêra - 8365 Armação de Pêra
Tel. (+351) 282 314 875
Email: reservas@vilavitaparc.com • www.vilavitaparc.com

Texto publicado originalmente no Lifestyle do diário OJE a 23 de Fevereiro de 2010

Churchill's Port com imagem renovada

OJE - Lifestyle - 2010.02.22

Quem não acredita no poder da imagem atrasa-se em relação à concorrência, e está mais do que comprovado que uma boa imagem pode ser o factor decisivo entre vários produtos. A Churchill's desde sempre se apercebeu desse facto e fez um restyling dos seus rótulos, apostando num design mais sofisticados, mais arrojado e, principalmente, mais elegante.

Esta nova imagem transmite de forma mais eficaz o carácter premium dos vinhos do Porto Churchill's, celebrizando também os valores da marca. Daniela Mihranian, directora criativa da Interbrand, explica um pouco o conceito: "Novas orientações foram desenvolvidas aquando da renovação da marca, pondo em destaque os seus três valores - pureza, paixão e paciência".

Essas mesmas orientações, exercidas sobre a gama de vinhos, foram rapidamente ampliadas, incorporando ao portfólio o vinho do Porto.

Os rótulos seguem, assim, uma linha comum em termos de design, sendo a hierarquização dos produtos feita através do tamanho dos mesmos.

Em termos de garrafas, foram apresentadas também as novas de 50cl dos vinhos do Porto branco e dos Tawnies de 10 e 20 anos. Foi mantida, no entanto, a garrafa transparente do Dry White, que tanto sucesso fez aquando da sua concepção no ano de 1991, e que, segundo Maria Emília Campos, directora de vendas e marketing da Churchill's, "ajudou definitivamente o consumidor a compreender o Porto branco de 10 anos que a Churchill's comercializa".

A nova imagem dos Churchill's Port foi assim desenvolvida tendo em conta vários vinhos da Churchill's. Ao Dry White de 10 anos juntaram-se o Quinta da Gricha e quatro novos vinhos que foram lançados ainda este ano. "E foi com estes novos vinhos que preparámos a nova imagem. Foi fácil passarmos do vinho do Porto para o Douro.

Pegámos em algo muito especial para a empresa, a Quinta da Gricha, que é um exemplo único do que se pode chamar "terroir" e fizemos fotografias aéreas dos terraços para incorporarmos nos rótulos dos nossos vinhos. É isso que queremos transmitir: expressão de terroir. Terroir Douro, terroir Gricha", sublinha Maria Emília.

"Temos muito orgulho em ver a Quinta da Gricha retratada nos nossos rótulos", adianta a directora de vendas e marketing da Churchill's, explicando o conceito de criação dos novos rótulos: "A hierarquização dos vinhos faz-se pelo tamanho dos rótulos - os super Premium "Quinta da Gricha" e "Churchill Estates" grande Reserva com o rótulo maior. O rótulo Grande Reserva é, sem dúvida, um "must" junto de designers."

Texto publicado originalmente no Lifestyle do diário OJE a 22 de Fevereiro de 2010

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A Bocca que preserva os sabores

OJE - Lifestyle - 2010.02.17

Abriu a 20 de Fevereiro de 2008, e rapidamente se destacou como um restaurante citadino com uma cozinha muito sofisticada e saborosa.

A sua arquitectura e decoração são um misto de cultura urbana, muito trendy, onde as cores branco e verde alface predominam, criando um espaço requintado e descontraído.

Um destaque especial para a grande janela da sala de jantar para a cozinha, onde podemos observar o trabalho dos cozinheiros, não só no manuseamento dos utensílios e produtos, como nas técnicas utilizadas. Outro destaque vai para a bonita vitrina garrafeira que separa o bar da entrada da sala de jantar.

A cozinha revela uma equipa coesa, comandada pelo talentoso chef Alexandre Silva que, depois de passar por locais como o Sofitel Lisboa, Bica do Sapato e Tivoli, estaciona os tachos e facas na Rodrigo da Fonseca, criando um estilo próprio com bases na cozinha tradicional portuguesa.
Pratos de ementas anteriores, como o polvo à lagareiro ou bacalhau à Brás, sobre o seu estilo e criatividade revelaram a sua aspiração de tornar a cozinha portuguesa mais interessante, tanto visualmente como na técnica.

O novo menu tem três entradas frias, quatro entradas quentes, duas massas e risottos, quatro peixes, cinco carnes e sete sobremesas. Escolhi o menu de degustação, que está disponível por 52€ (suplemento de vinhos 25€).

Iniciei assim a minha epopeia gastronómica no pato mudo, as chalotas e o ananás de S. Miguel, acompanhado de um espumante Campo Largo rosé - um delicioso e bem cortado carpaccio de pato mudo acompanhado de pequenos pedaços de chalotas, cebolinho, ananás salteado e uma redução de vinagre balsâmico, combinando a leveza da carne do pato com um pequeno travo doce, onde sobressai inicialmente o vinagrete, acabando na frescura do ananás.

Segue-se o primeiro prato quente: as vieiras, os legumes bebés e a citronela, que se acompanhou de um fantástico Quinta do Lagar Novo Viognier 2006. Este casamento perfeito resulta não só pelo rico aroma lançado na abertura do boião que transporta as vieiras e os legumes, como pelo caldo de carne e citronela. Realço também as algas wakame que foram cozinhadas num caldo de açúcar e malagueta, criando um toque picante muito sofisticado.

O peixe-galo, a cebola roxa e o aipo combinaram de forma elegante com o branco Herdade do Perdigão Antão Vaz 2006, um prato que se revelou interessante, de boa confecção, onde o sauté final dá uma textura graciosa ao filete.

Depois veio o vencedor da noite: o porco preto, a maçã reineta e a sopa da pedra, muito bem acompanhado pelo Soberana tinto 2004. Umas bochechas de porco preto estufadas em vinho tinto muito macias, revelando que o simples é eficaz; os grelos salteados com morcela, a maçã reineta e o molho fortificaram de forma harmonizada os sabores deste prato.

Terminei com o chocolate, a tangerina e a banana com o porto Quinta do Portal LBV, uma sobremesa muito interessante e eficaz, onde os sabores realçam-se uns aos outros e o porto revela novas facetas do chocolate e da mousse de tangerina, muito agradáveis e saborosos.

O serviço foi sempre eficaz, a um bom ritmo, mostrando que a equipa que lá trabalha é parte de um motor cheio de peças, mas bem oleado e preparado para grandes corridas.

Não posso deixar de destacar os mais de 150 rótulos da carta de vinhos, onde sensivelmente 90 estão disponíveis a copo, ideal para quem quer fazer experiências enogastronómicas.

Desde que abriu e até hoje nunca baixou os braços, mostrando que, para se manter a qualidade num restaurante, não basta apenas cozinhar bem, é preciso inovar e manter a excelência do serviço para estar sempre a surpreender.

Saber receber é, mais do que uma arte, uma atitude. E o Bocca combina as duas.

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Detalhes
Restaurante Bocca
Rua Rodrigo da Fonseca 87-D 1250-190 Lisboa
www.bocca.pt
reservas@bocca.pt
+351 213 808 383
+351 213 808 380
Horário: Aberto das 12h30 às 14h30 (sábados da 13h às 15h) e das 20h às 23h (sexta e sábado até às 24h)
Preço Médio: 40€ ao Almoço, 55€ Jantar
Encerra: Domingo, segunda e feriados.
Tipo de Cozinha: Autor
Cartões: MB, VISA, AMEX
Notas: Estacionamento próprio na garagem em frente.

Texto publicado originalmente no Lifestyle do diário OJE a 17 de Fevereiro de 2010

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

CARM 2007 - Combinação de três castas

OJE - Lifestyle - 2010.02.10

Há produtores de vinho que facilitam a tarefa de quem tem por obrigação descrever uma pessoa, empresa ou produto, no entanto não dispensam a apresentação e o mérito ao trabalho que têm vindo a desempenhar.

Estamos em Fevereiro, a época das vindimas já passou, e grande parte do trabalho é feito na adega. A assinatura dos agricultores na uva está ultrapassada e agora é tempo de o enólogo deixar a sua marca.

Com um papel primordial de analisar o bago, controlar a maturação e começar a decidir em relação a cada casta, os enólogos sabem agora bem qual o vinho a produzir.

Todos os processos anteriores ao som do "pop" da rolha, ao líquido a estabelecer contacto com o vidro e aos aromas que perfumam o ar devem ser cuidadosamente pensados e trabalhados.
Nada deve ser deixado ao acaso, pois ainda não se levou o copo à boca e já se analisaram a cor e os diferentes aromas que esta garrafa libertou.

O enólogo Rui Madeira tem vindo, dia-a-dia, a controlar minuciosamente todas as etapas do processo, criando vários tipos de vinhos, mas todos com uma personalidade forte e controlada, onde a maturidade e o conhecimento adquiridos se transformam numa evolução positiva.

O vinho que venho hoje retratar combina de forma igual três castas, procurando, assim, as notas especiadas e os taninos firmes da Tinta Roriz, as notas de esteva e os taninos suaves da Touriga Franca, e finalizando com a complexidade de aromas de frutos pretos e silvestres, notas florais e frescas muito marcadas da Touriga Nacional no Douro Superior.

Estagiou em madeira controlada até Março de 2008, variando entre as cubas de inox e as barricas de madeira américa e francesa. E para criar um toque especial, sobre a colheita de 2007 foi adicionado um pouco da que ainda estava em estágio de 2006, não ultrapassando os 15 por cento.
O resultado é um vinho mais macio e adequado para o consumo diário, com um preço de venda a rondar os 6€, criando assim uma excelente relação preço/qualidade.

Este vinho acompanha bem carnes fortes, queijos e cozinha mediterrânica em geral.

NOTAS DE PROVA:

No nariz, notas de frutos secos silvestres e cerejas pretas em equilíbrio com sedutoras nuances de figos pretos e "liquorice", sendo o aroma complexado pelas ligeiras notas de madeira.

Na boca, apresenta bom corpo e acidez controlada, revelando-se especiado com taninos vivos de textura suave. Termina longo, agradável com ligeira secura. Pronto para se beber já, mas o ideal é abrir uma hora antes de o servir. Servir entre os 16º e os 17ºC.

Em nota de rodapé, deixo a informação que a Casa Agrícola Roboredo Madeira lançou uma nova gama de produtos gourmet, em que se destacam alguns azeites, vem como os frascos de pesto, pasta de azeitonas e pimentos com atum. No próximo mês vai sair uma maionese de azeite CARM com 70% de azeite.

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Texto publicado originalmente no Lifestyle do diário OJE a 10 de Fevereiro de 2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Val Thorens: Das pistas ao tobogan

OJE - Lifestyle - 2010.02.09

É o mais popular dos destinos de neve para os portugueses.

Os verdadeiros amantes dos desportos de Inverno ou já lá foram ou têm viagem marcada, ou aspiram a ir.

Para os esquiadores as opções em relação às pistas dividem-se em três: "Val Thorens-Orelle" com 140 km de pistas, "la Vallée des Belleville" com 300 km de pistas e, claro, "Les 3 Vallées" com 600 km de pistas.

O facto de a área de esqui estar, na sua maioria, acima dos 2.000 metros de altura proporciona uma maior longevidade da neve, podendo ser uma opção desde o início de Dezembro até meados de Abril, havendo mesmo anos que começaram em Novembro e terminaram em Maio.

Mas não é só de esqui de montanha que vive esta instância.

Outras actividades diurnas, como o snowpark de 70.000m2 com várias rampas de saltos, rails e caixas para free style e mais; uma descida de boardcross na zona de "2 Lacs" com 1.400 metros de comprimento e 350 metros de inclinação repleta de saltos e curvas, que é uma verdadeira aventura radical; um impressionante Tobogan com seis quilómetros de comprimento na zona do glaciar do "Peclet", a 3.000 metros de altitude - aberto diariamente das 10 às 15 horas, tem um custo de 11,5€ (17,5€ para quem não tem forfaits). Os mais pequenos não foram esquecidos, e a Escola de Ski Francesa (ESF) tem um número vastíssimo de actividades para os mais novos (www.esf-valthorens.com).

Mas se, mesmo assim, as suas preferências recaem também por actividades a seco, então pode optar pela vasta oferta do Sports Centre, com 7.500m2, que tem campos de basket, volley ball, hand ball, ténis, badmington, 30 mesas de ping pong e muito, muito mais!

As lições de esqui e snowboard na ESF variam entre 34€ num dia nas clínicas, 138€ para cinco dias de clínica em grupo de 8-10 pessoas, e os 48€ das lições privadas de uma hora. Mas se preferir um pack de 6 x 1h30 os preços descem para 40€ por sessão.

Como eu já disse em reportagens anteriores, seja um iniciado ou experiente, convém sempre ter uma lição para apurar a técnica, ou simplesmente para receber dicas dos experientes instrutores da ESF sobre os melhores locais para esquiar, ou onde se pode encontrar a mais fofa neve da estância.

No que respeita a acomodações, o leque de escolhas é vasto, mas as minhas preferências recaem naqueles que estão mais próximos das pistas e que sejam verdadeiros hotéis de montanha, como o Fitz Roy ****, com 56 quartos bem equipados, em que basta sair da porta, meter os esquis e começar o divertimento.

Com 80 quartos e três restaurantes temáticos está o hotel Le Val Thorens ***, muito popular entre as famílias portuguesas, oferecendo todas as comodidades inerentes a resorts alpinos: lojas, serviço de aluguer de material de esqui, ginásio, e outros.

Mais pequeno, mas igualmente carismático, é o hotel 3 Vallées ***, com três apartamentos, 24 quartos e três suites, e com a alta cozinha do chef David Boyer.

No que respeita a challets, a minha escolha vai para o magnifico L'Oxalys ****, com 36 cómodos apartamentos, ginásio, piscinas, SPA e, provavelmente, o melhor restaurante de Val Thorens, sobre a tutela do talentoso e jovem chef Jean Sulpice, cuja criatividade já lhe valeu uma estrela Michelin.

Quanto a refeições, e como já referi anteriormente, o L'Oxalys é paragem obrigatória e, quando lá estiver, não se esqueça de pedir "Coque meringuée, miel de montagne et parfum d'Antésite" que é simplesmente divinal.

Outros restaurantes, como o Chalet de la Marine no meio da pista de "les dalles", uma opção válida para almoço, ou então num dos três jantares que organizam semanalmente, e fazer a viagem numa "chenillette" - limpa neves.

A visita ao almoço na Fruitiere, na pista Plein Sud, é quase imprescindível, pois a vista e a gastronomia estão taco a taco, podendo comer um fantástico foie gras com uma vista privilegiada sobre os glaciares e montanhas.

Um ponto que não pode deixar de visitar é o restaurante La Folie Douce: após as 16h15 e até sensivelmente às 17 horas, é o local mais animado de Val Thorens, onde se juntam centenas de pessoas para ouvir um virtuoso DJ na companhia de dois animadores, beber uma cerveja e depois fazer a última descida de uma forma mais descontraída.

Uma actividade gastronómica interessante é visitar as várias "Boucheries" e fazer uma degustação dos vários enchidos, queijos e vinhos da região.

No meu caso, visitei a La Belle en Cuisse’ e a 8 à Huit e fiquei simplesmente maravilhado com a qualidade dos produtos da região da Savoie.

Se depois do jantar a sua vontade é ir beber um copo ou mesmo ir dar um pézinho de dança, esta estância tem várias opções, que começam nos bares da rue do Soleil e terminam às quatro da manhã na disco Le Malaysia com vista para as pistas.

Val Thorens é uma estância com cabeça, tronco e pés. Tudo o que tentar procurar vai acabar por encontrar.

Para comentar este artigo ou sugerir temas contacte o autor por gourmet@live.com.pt.

Detalhes
Office de Tourisme de Val Thorens
Maison de Val Thorens 73440 Val Thorens - France
Tel: +33 479 00 08 08
valtho@valthorens.com
www.valthorens.com

Texto publicado originalmente no Lifestyle do diário OJE a 09 de Fevereiro de 2010